Saturday, September 4, 2010

TheWorldOwner

Pois cada um leva consigo o direito de ser o dono do seu próprio mundo

Archive for maio, 2009

Religiões do Mundo!

Posted by TheWorldOwner On maio - 25 - 2009

shit

Religiões do Mundo analisando a merda:

Taoísmo: Merdas Acontecem

Hinduísmo: Esta merda já aconteceu antes.

Islamismo: Se a merda acontecer, pegue um refém.

Budismo: Quando a merda acontece, será que realmente é merda?

Adventistas do Sétimo Dia: Merdas acontecem no sabado.

Protestantismo: Merdas não acontecerão se eu trabalhar pesado.

Catolicismo: Se alguma merda acontecer é porque eu mereço.

Testemunhas de Jeová: Toc, Toc “Merdas Acontecem”

Judaísmo: Por qual motivo tudo que é merda acontece comigo?

Hare Krishna: Merdas Acontecem Rama Rama Ding  Don

Ateísmo: Sem merda.

Programas Evangélicos da TV (R.R. Soares): Me envie mais merda!!

Rastafaris: Vamos fumar esta merda.


Hitler tentou medicina e não passou!

Posted by TheWorldOwner On maio - 16 - 2009

Guerra Santa

Posted by TheWorldOwner On maio - 16 - 2009
Jewjitsu. Tenha medo.

Jewjitsu. Tenha medo.

Azelite!

Posted by Alcir On maio - 15 - 2009

venusAz-elite!

Apolo: Deus do Sol. Poseidon: Deus dos Mares. Athenas: Deusa da Sabedoria. Vênus: Deusa do Amor. Zeus: Pai dos Deuses… Azelite: Deusa do… do quê mesmo?Desconhecida dos antigos, essa entidade mitológica apareceu por meados (eu disse “meados”, e não “veados”) do século vinte.

Profetizada por um molusco barbudo, ela seria a desgraça personificada – ou deusificada, como queiram – algo como, em uma versão da igreja católica abestófoba cristã, os quatro cavaleiros do apocalipse unidos, formando uma versão com cabine dupla estendida.

Tal entidade já foi culpada pelas mais diversas asneiras e encaustos da humanidade. A coitada é culpada da fome; da pobreza; da crise econômica; da burocracia exagerada; da falta de passagens de aviões para nossos nobres representantes; e pelo baixo salário dos mesmos; entre tantas, mas tantas, outras atrocidades que seu nome passou a ser algo proibido – a menos que seja para xingá-la.

Deste modo, “você-sabe-quem” vive aparecendo em discursos que a caixa de imagens da minha sala traz até mim. “Azelite não permite que eu ajude os pobres”; “Azelite atrapalham o andamento desta nação” – entre outras pérolas, que já devem passar por sua cabeça neste momento.

Como já dizia os amigos de seu pai: Tirando o que ta ruim, ta bom. E, sendo Azelite a fonte de todo mal, escalemos o Olimpo governamental – como já fizera os Titans – e vamos dar um sumiço nela! Pronto, resolveu-se tudo!

Ah, mas se alguém aí não foi encabrestado pela religião moluscular… Pelo amor de quem for, diz pro nosso presidente que nunca existiu entidade mitológica nenhuma chamada Azelite, e que ele deveria é governar a produção de um livro infantil… ou de piadas.

Alcir E. Dorigatti

“Happy end” ou “Final feliz”?

Posted by Alcir On maio - 15 - 2009

blabla“Happy end” ou “Final feliz”?

A língua é o mais forte componente cultural de um povo e, por isso, o principal elemento de dominação sobre ele. Desse modo, fica evidente que, em um mundo globalizado, no qual o intercâmbio cultural é “just-in-time”, há a possibilidade da subtração de pecularidades de diversos povos, atrvés da hegêmonia de grandes centros, como os EUA.

Devemos nos lembrar que a escrita fonética - criada pelos Fenícios- possuía cunho comercial, ou seja, visava facilitar as transações comerciais. A língua, atualmente, por sua vez, mantém, como uma de suas funções, o mesmo papel. Portanto, para facilitar a comunicação entre nações, é normal que ocorra o uso de estrangeirismos, usando-se, normalmente, a palavra cuja origem seja a da nação criadora do novo termo ou produto. Exemplificando o dito, seria estranho aos ouvidos dizer “rede virtual de comunicação em tempo real global” em lugar da simples palavra “internet”.

Apesar de, com o fenômeno da globalização, muitas facilidades passarem a existir, a alta troca de informações também trouxe graves problemas: algumas pessoas passam a conhecer mais sobre outras culturas do que sobre a própria. Embora aparentemente inofensivo, esse fato pode levar a um “desabrasileiramento” de nossa nação. De um lado, temos a transferência cultural; de outro, o péssimo sistema de ensino brasileiro. Enquanto este não ensina a cultura nacional para nossos jovens, sua língua; aquela supre essa necessidade, porém com estrangeirismos - culturais ou lingüísticos. Como resultado, no fim de muitas frases, em lugar a um modesto “entenderam?”, temos um eloqüente “understand?”.

Concluamos, assim, que, sobre a questão do uso de estrangeirismos em nossa língua, eles, ao mesmo tempo que são uma facilidade para a comunicação, podem ser a fonte de uma descaracterização da cultura nacional. Entretanto, seu lado negativo pode ser solucionado se propiciada boa educação ao povo, que passará a fazer uso deles apenas em sua função facilitadora.

Alcir E. Dorigatti

Metades. As duas faces da mesma guerra.

Posted by TheWorldOwner On maio - 13 - 2009

duasfaces

Metades. As duas faces da mesma guerra.

Todos os dias acordo e a primeira coisa que penso é numa história que aconteceu em um dos meus sonhos. Uma história real, que por algum motivo presenciei pela janela da alma. Como um expectador vi tudo acontecer e não consiguirei dormir enquanto essa história não for repassada. Essa é a história de um homem de valores e principios inegáveis, de um coração de leão que foi colocado no meio de um evento histórico por acaso.

Metade Palestino, Metade Israelense.

Não lembro como e nem porque, mas de repente me vi em um lugar longinquo. Não sabia como tinha chegado ali. Estava escuro, e tateando pelo local vi que estava em um quarto fechado. Não tinha portas, só tinha uma janela fechada. Ouvi um homem chorando, tentei contato até perceber que ele não me escutava, que ele não percebia minha presença. Eu era o expectador da vida dele. E por algum espaço de tempo que pareceu eterno, vi e vivi com ele sua vida.

Enquanto ele chorava, peguei um diário no chão, riscado com um lápis fraco, como se as letras estivessem desaparecendo do papel. Cada lágrima que escorria da face daquele jovem, as letras iam se apagando. Decidi forçar a visão e começar a ler, segue o transcrito:

“O que fazer”

Estou preso aqui. Depois de muito batalhar, me colocaram neste lugar. Estou desaparecendo e a única coisa que tenho comigo é esse lápis e esse diário.

Para quem não me conhece, sempre fui um garoto espetacular, cheio de idéias e vivo. Tentei sempre procurar amar muito as pessoas, aprender muito. Fui crescendo e de repente descobri algo que mudou minha vida.

Estava morando no meio da divisa entre Israel e Palestina. Quando dormia, o norte da minha cama era Israel e o sul Palestina. Não mais curioso que isso, sou de origem “Israelo-Palestina”. Quando nasci fui registrado nos dois lugares. Meus descendentes são todos assim. Descobri isso após muito procurar por minha vida. Pois não lembro do meu passado, não lembro minhas origens. A única coisa que sei é que vivo aqui e sou isso um misto desses dois mundos.

Quando a guerra começou as pessoas rodearam a minha casa para que eu tomasse um lado. Para que eu pudesse seguir minha vida, pois ninguém conseguiria viver sendo amigo e inimigo ao mesmo tempo. Tentei posicionar-me de um lado, ou de outro. Mas eu era um ser a parte daquela guerra. Eu amava os dois lados. Eu era a origem e o fim. A guerra e a paz.

Levantei uma bandeira de Paz dentro da minha fronteira. Procurei aliados para que os mundos vivessem em paz. Consegui alguns por pouco tempo. Geralmente algum lado matava alguém próximo e essa pessoa não tinha mais porque lutar comigo. As pessoas me respeitavam e me cobravam. Eu tinha que tomar uma decisão, mas qual decisão tomar? Não é possível a um ser humano ser 1 só, metade a metade? Para eles não.

E passei cada vez mais a tentar, desesperadamente, a conversar com ambos os lados. Tentava apontar os erros e acertos de cada lado. Tinha idéias que foram executadas em minha mente por horas a fio. Quando elas eram colocadas em prática, tive os melhores momentos da minha vida, acreditava que iria dar certo. Até algum lado romper o elo novamente e toda guerra ser reiniciada.

Comecei a me sentir desgostoso. Li nos livros que não era possível servir a dois senhores ao mesmo tempo. Mas eu era duas pessoas, eu estava dividido. O que eu poderia fazer? O que?

E a cada morte de alguém inocente de um dos lados, morria alguém dentro de mim. Não conseguia mais sorrir. Enquanto os dois povos lutavam entre si, eles estavam me matando também. Meus próximos estavam me destruindo também. E quando um POVO cantava a vitória momentanea. Eles também não sabiam que um deles também morrera.

E isso foi gerando um ciclo vicioso de desastres. E eu não tinha mais o que fazer, estava a parte. Foi quando as portas de minha casa foram seladas de ambos os lados. Para que eu não saísse. Colocaram cercas em minhas janelas e só deixaram uma onde eu podia ver os dois lados. E todos os dias passava olhando por aquela janela. Vendo tudo se ruir, se destruir sem poder fazer nada. Será que esse amor que tenho dentro de mim só eu tenho? Será que realmente não é possível fazer nada?

Vi muitos erros, vi pessoas tentando a paz e também sendo destruidas. Vi minha vida se indo. Até que minhas forças que já não eram muitas começaram a se esgotar. Estava fraco para ficar em pé, eram muitas as dores de ambos os lados de meu corpo. Só conseguia escutar a guerra do outro lado.

Aos poucos o amor de meu corpo foi saindo em formas de gotas por meus olhos. Eu era a prova viva que era possível conviver com os dois lados. Afinal eu era os dois lados. Meus olhos de origem distantes, olhavam sempre para a mesma direção. Minhas mãos conviviam em paz, meus pés sempre se aqueceram juntos. Meu coração que ficava no lado palestino nunca teve problema com meu pulmão direito. Tudo em mim vivia em paz. Eu era o modelo de paz. Eu mostrei que era possível. Mas um só não livra um mundo. Não existe martir, não existe um solucionador.

E aos poucos outros sentimentos começaram a se juntar ao amor na estrada para fora do meu ser. Me tornei apático, me tornei um ser sem identidade. E nunca mais parei de chorar. E tenho a certeza de que quando o último sentimento sair cairei aqui sózinho nesta guerra e meu epitáfio será:

Metade se foi. Metade ficou. Todos perderam. Eu perdi o que era inteiro. Hoje sou, fragmentos de um mundo que não conseguiu se tornar a realidade. Nada justifica a violência. Nem a negligencia. O amor morreu comigo. A metade que sobrou foi a amargura.

E é isso tudo que tenho a dizer.

FIM”

E quando terminei de ler, o despertador tocou. Jamais saberei o que aconteceu com aquele homem. Mas a história fica comigo, e começo a pensar se todo mundo também não é:

Um pouco palestino, um pouco Israelense.

Paulo Câmara, dedicado a esta pessoa. Que jamais saberá que alguém lhe ouviu.


Pegue uma baranga, diga que a ama!

Posted by TheWorldOwner On maio - 11 - 2009

Acontece nas internéts!

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009

Cuidado!

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009

batebola

Nosso Amigo em uma foto reveladora. Complicado.

Salve o Planeta

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009