Sunday, May 20, 2012

TheWorldOwner

Pois cada um leva consigo o direito de ser o dono do seu próprio mundo

Archive for maio, 2009

Religiões do Mundo!

Posted by TheWorldOwner On maio - 25 - 2009

shit

Religiões do Mundo analisando a merda:

Taoísmo: Merdas Acontecem

Hinduísmo: Esta merda já aconteceu antes.

Islamismo: Se a merda acontecer, pegue um refém.

Budismo: Quando a merda acontece, será que realmente é merda?

Adventistas do Sétimo Dia: Merdas acontecem no sabado.

Protestantismo: Merdas não acontecerão se eu trabalhar pesado.

Catolicismo: Se alguma merda acontecer é porque eu mereço.

Testemunhas de Jeová: Toc, Toc “Merdas Acontecem”

Judaísmo: Por qual motivo tudo que é merda acontece comigo?

Hare Krishna: Merdas Acontecem Rama Rama Ding  Don

Ateísmo: Sem merda.

Programas Evangélicos da TV (R.R. Soares): Me envie mais merda!!

Rastafaris: Vamos fumar esta merda.


Hitler tentou medicina e não passou!

Posted by TheWorldOwner On maio - 16 - 2009

Guerra Santa

Posted by TheWorldOwner On maio - 16 - 2009
Jewjitsu. Tenha medo.

Jewjitsu. Tenha medo.

Metades. As duas faces da mesma guerra.

Posted by TheWorldOwner On maio - 13 - 2009

duasfaces

Metades. As duas faces da mesma guerra.

Todos os dias acordo e a primeira coisa que penso é numa história que aconteceu em um dos meus sonhos. Uma história real, que por algum motivo presenciei pela janela da alma. Como um expectador vi tudo acontecer e não consiguirei dormir enquanto essa história não for repassada. Essa é a história de um homem de valores e principios inegáveis, de um coração de leão que foi colocado no meio de um evento histórico por acaso.

Metade Palestino, Metade Israelense.

Não lembro como e nem porque, mas de repente me vi em um lugar longinquo. Não sabia como tinha chegado ali. Estava escuro, e tateando pelo local vi que estava em um quarto fechado. Não tinha portas, só tinha uma janela fechada. Ouvi um homem chorando, tentei contato até perceber que ele não me escutava, que ele não percebia minha presença. Eu era o expectador da vida dele. E por algum espaço de tempo que pareceu eterno, vi e vivi com ele sua vida.

Enquanto ele chorava, peguei um diário no chão, riscado com um lápis fraco, como se as letras estivessem desaparecendo do papel. Cada lágrima que escorria da face daquele jovem, as letras iam se apagando. Decidi forçar a visão e começar a ler, segue o transcrito:

“O que fazer”

Estou preso aqui. Depois de muito batalhar, me colocaram neste lugar. Estou desaparecendo e a única coisa que tenho comigo é esse lápis e esse diário.

Para quem não me conhece, sempre fui um garoto espetacular, cheio de idéias e vivo. Tentei sempre procurar amar muito as pessoas, aprender muito. Fui crescendo e de repente descobri algo que mudou minha vida.

Estava morando no meio da divisa entre Israel e Palestina. Quando dormia, o norte da minha cama era Israel e o sul Palestina. Não mais curioso que isso, sou de origem “Israelo-Palestina”. Quando nasci fui registrado nos dois lugares. Meus descendentes são todos assim. Descobri isso após muito procurar por minha vida. Pois não lembro do meu passado, não lembro minhas origens. A única coisa que sei é que vivo aqui e sou isso um misto desses dois mundos.

Quando a guerra começou as pessoas rodearam a minha casa para que eu tomasse um lado. Para que eu pudesse seguir minha vida, pois ninguém conseguiria viver sendo amigo e inimigo ao mesmo tempo. Tentei posicionar-me de um lado, ou de outro. Mas eu era um ser a parte daquela guerra. Eu amava os dois lados. Eu era a origem e o fim. A guerra e a paz.

Levantei uma bandeira de Paz dentro da minha fronteira. Procurei aliados para que os mundos vivessem em paz. Consegui alguns por pouco tempo. Geralmente algum lado matava alguém próximo e essa pessoa não tinha mais porque lutar comigo. As pessoas me respeitavam e me cobravam. Eu tinha que tomar uma decisão, mas qual decisão tomar? Não é possível a um ser humano ser 1 só, metade a metade? Para eles não.

E passei cada vez mais a tentar, desesperadamente, a conversar com ambos os lados. Tentava apontar os erros e acertos de cada lado. Tinha idéias que foram executadas em minha mente por horas a fio. Quando elas eram colocadas em prática, tive os melhores momentos da minha vida, acreditava que iria dar certo. Até algum lado romper o elo novamente e toda guerra ser reiniciada.

Comecei a me sentir desgostoso. Li nos livros que não era possível servir a dois senhores ao mesmo tempo. Mas eu era duas pessoas, eu estava dividido. O que eu poderia fazer? O que?

E a cada morte de alguém inocente de um dos lados, morria alguém dentro de mim. Não conseguia mais sorrir. Enquanto os dois povos lutavam entre si, eles estavam me matando também. Meus próximos estavam me destruindo também. E quando um POVO cantava a vitória momentanea. Eles também não sabiam que um deles também morrera.

E isso foi gerando um ciclo vicioso de desastres. E eu não tinha mais o que fazer, estava a parte. Foi quando as portas de minha casa foram seladas de ambos os lados. Para que eu não saísse. Colocaram cercas em minhas janelas e só deixaram uma onde eu podia ver os dois lados. E todos os dias passava olhando por aquela janela. Vendo tudo se ruir, se destruir sem poder fazer nada. Será que esse amor que tenho dentro de mim só eu tenho? Será que realmente não é possível fazer nada?

Vi muitos erros, vi pessoas tentando a paz e também sendo destruidas. Vi minha vida se indo. Até que minhas forças que já não eram muitas começaram a se esgotar. Estava fraco para ficar em pé, eram muitas as dores de ambos os lados de meu corpo. Só conseguia escutar a guerra do outro lado.

Aos poucos o amor de meu corpo foi saindo em formas de gotas por meus olhos. Eu era a prova viva que era possível conviver com os dois lados. Afinal eu era os dois lados. Meus olhos de origem distantes, olhavam sempre para a mesma direção. Minhas mãos conviviam em paz, meus pés sempre se aqueceram juntos. Meu coração que ficava no lado palestino nunca teve problema com meu pulmão direito. Tudo em mim vivia em paz. Eu era o modelo de paz. Eu mostrei que era possível. Mas um só não livra um mundo. Não existe martir, não existe um solucionador.

E aos poucos outros sentimentos começaram a se juntar ao amor na estrada para fora do meu ser. Me tornei apático, me tornei um ser sem identidade. E nunca mais parei de chorar. E tenho a certeza de que quando o último sentimento sair cairei aqui sózinho nesta guerra e meu epitáfio será:

Metade se foi. Metade ficou. Todos perderam. Eu perdi o que era inteiro. Hoje sou, fragmentos de um mundo que não conseguiu se tornar a realidade. Nada justifica a violência. Nem a negligencia. O amor morreu comigo. A metade que sobrou foi a amargura.

E é isso tudo que tenho a dizer.

FIM”

E quando terminei de ler, o despertador tocou. Jamais saberei o que aconteceu com aquele homem. Mas a história fica comigo, e começo a pensar se todo mundo também não é:

Um pouco palestino, um pouco Israelense.

Paulo Câmara, dedicado a esta pessoa. Que jamais saberá que alguém lhe ouviu.


Pegue uma baranga, diga que a ama!

Posted by TheWorldOwner On maio - 11 - 2009

Acontece nas internéts!

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009

Cuidado!

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009

batebola

Nosso Amigo em uma foto reveladora. Complicado.

Salve o Planeta

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009

Marcha Por Jesus

Posted by TheWorldOwner On maio - 10 - 2009

jesus

A marcha por Jesus!

Estava eu em minha soneca após almoço, tranqüilo, relaxando após uma semana de muito trabalho, quando começo a escutar uma barulheira dentro de meu quarto fechado. As janelas fechadas, o quarto escuro, e um som violento me atinge os tipanos: “Venha você também para a Marcha por Jesus”. Acordei no mesmo momento, assustado, será que era a hora da redenção? O apocalipse chegara?

Prontamente falei: Eis me aqui Jesus, pode me levar. Fui bom para caramba! Ninguém respondeu, alguma coisa tava errada. Eu não estava na lista divina ou não era Jesus recrutando pessoas para subir aos céus. Decidi me levantar, abri a cortina e tinha um carro de som parado em plena Silva Jardim recrutando pessoas para a Marcha por Jesus.

cool_jesus

Já vi muita marcha na vida, marcha pela maconha, marcha pelos homossexuais. Grupos lutando por reconhecimento, para serem ouvidos, para terem direitos, para promover a causa. Agora marcha para Jesus é nova. Será que Ele não tem popularidade suficiente, não tem reconhecimento, não tem voz ou não tem direitos?

Bom, o livro mais famoso do Mundo (ou coletânea de livros) é dedicado a ele. São 39 livros no Velho Testamento preparando sua chegada. E, no Novo Testamento, 27 exclusivos, falando sobre ele e depois dEle. Bom publicidade tem, tem uma porrada de igreja, tem uma porrada de livros. É mencionado em todos os eventos Politicos e tem o Pai mais importante do universo, cuja menção vemos em todo discurso Americano ou Britânico. Quem já não ouviu o pedido para que Deus salve alguém?

Agora, me diz qual o sentido da Marcha?

Primeiro, começou errado! Uma vez me disseram que se você quer aliados para algum projeto seja amigável. Estuprar os ouvidos das pessoas, parar os carros na rua para anunciar algo já não é nada amigável.

Mas o pior de tudo não é a chamada, é o evento. Qual propósito? Juntar um monte de gente para prestigiar alguém por seu Ideal de mundo, sendo que ninguém cumpre o que ele diz? Jesus é cool, galerinha cool! Em marcha de Maconheiro, vemos faixas do Bob Marley. Mas pelo menos os caras são fiéis ao estilo de vida “verde”. Os homossexuais que colocam o Richarlyson também. Parar o trânsito, juntar uma galera por uma tarde, para ficar marchando aleatoriamente em nome de causa alguma? Simplesmente pela publicidade, para dizer que também são cool? Que tem seu grupo?

Vão para o Orkut. Até nopant’s Day atrapalha menos a cidade. Se querem prestigiar Jesus, recrutem as pessoas para uma Marcha para lavar os carros nas ruas, para recolher o lixo. Para construir casas. Para alguma coisa útil. Mostrar pela ação, a idéia, e não mostrar um caráter religioso por um movimento hipócrita.

E por favor não me acordem. Tenho meu direito ao silêncio. Posso até assistir de camarote a caminhada. Ver o cara que me xinga no trânsito, o meu vizinho malcriado, o pai que bate nos filhos, o alcoólatra lá Gritando: “Ei Ei Ei Jesus é nosso Rei”, “Eiro Eiro Eiro Jesus é Brasileiro”, ”u u u Jesus também cool”.

jesus-statue

A hipocrisia rola solta. E pela primeira vez em minha vida reconheço o Movimento dos Sem Terra (Celestial). Pois, depois dessa tamanha vergonha, ninguém vai para o céu. Fico imaginando Jesus, olhando para isso, olhando para tanta miséria, olhando os marchantes e fazendo uma cara de: Me crucifiquei para isso? Para uma marchinha? E o chacrinha batendo nas costas de Jesus e falando: É, e não tem nem Chacrete.

Essa marcha promove a vergonha alheia. Assim como ver a Universal Record do Pai Celestial, fazendo um reality show na fazenda, com 12 famosos com uma premiação de 1 milhão em dízimos. Concordo que o Mendigo deveria ganhar.

Ê Brasil, Ê mundo!

E você caro leitor, também faz parte do movimento “Jesus e Eu somos Cool?

Paulo Câmara

cool

TI: Mundo ovalado, Empresas enlatadas

Posted by TheWorldOwner On maio - 5 - 2009

brain

Mundo ovalado, empresas enlatadas.

O maior problema do novo século não será com stress e sim com o tédio! Este vai ser o maior desafio a ser vencido. Estamos cada vez mais conectados a uma gama de opções, estamos vivendo uma era onde tudo nos é oferecido como multi-atividade. Nas empresas as palavras chaves para o sucesso empresarial são relacionadas à proatividade.

O profissional que está envolvido com o novo mundo se encontra em uma posição desconfortável no meio desse mar de novidades, metaforicamente como uma pessoa com dor de barriga tendo que utilizar o matinho e limpar com folha. Pois é, tudo pregado no mundo das idéias, exigindo que nossa pobre cabeça acompanhe esse ritmo sem qualquer apelo a um Doril. Porém, nossas empresas não. As empresas estão pregadas nas paredes do modelo “Fordiano”. Os pregos enferrujados, continuam lá – firmes e fortes.

O profissional começa a viver uma bipolaridade profissional. Os problemas começam a vir por lotes. Só que, no mundo proativo, os lotes são resolvidos de maneira efetiva e certeira. Somos orientados a só sair quando resolvermos estes problemas. Nosso mundo dinâmico nos ajuda a executar em sincronia perfeita com o nado de Phelps. Pronto, depois de algumas horas de stress, realizamos em tempo recorde e proativo o que antigamente seria feito em semanas. Porém, os lotes de problema chegam aos poucos. Apesar de serem extremamente complexos e pesados, o tempo entre um e outro é demorado.

E, enquanto isso temos que conviver com o tédio. Estamos presos dentro de salas com ar condicionado e com computadores conectados à internet, com tempo totalmente livre. Mas não podemos fazer nada, pois, afinal de contas, existem as famosas regras de segurança da empresa. Você está sendo monitorado. Somos enjaulados dentro do trabalho, não podemos fazer nada! Caçamos (e coçamos o nosso) problemas dos outros, e nem assim o tempo pede arrego.

Sinto realmente como é dura a vida de um preso. A liberdade de não ter que fazer nada e literalmente não poder fazer nada. A diferença é que o crime que cometemos foi a proatividade e a utilização dos recursos tecnológicos para resolver os problemas. Nem pescador consegue sobreviver a essa onda de marasmo. Ricardo Semler um visionário, na minha opinião, quebrou as paredes tradicionais e colocou placas de Sinta-se livre para fazer o que quiser no lugar delas.

Se este é o novo mundo, então a liberdade tem que vir acompanhada da escolha em fazer o que se quer. Não consigo mais conceber um mundo como o meu, de TI, sendo tão mal aproveitado. Eu fico o dia inteiro analisando coisas em que posso ajudar, mas sou barrado pelo segurança ao executar minhas atividades. Que mundo é este?

A solução seria muito simples, se não esbarrasse no preconceito. Hoje, algumas profissões, principalmente TI, deveriam existir apenas virtualmente. Sem estruturas físicas. Cada profissional deveria trabalhar de casa, da praia, de onde quisesse. Somos requisitados a qualquer hora do dia, porque não aproveitar em casa as horas que nos livram de sermos seres constantemente entediados e estressados?

Tecnologia temos! Podemos estar em qualquer lugar num piscar de olhos, e no resto das piscadas temos que estar parados. Como se a rotina do trabalhador fosse andar numa highway perfeita, com uma Ferrari de última geração, porém, com semáforos a cada 5 metros sem sincronia nenhuma, quando abre um fecha o outro. Temos 5 metros de aceleração profunda até voltar ao marasmo entediante. Vida de cão? Não, nem de taxista.

As empresas estão pagando pela ociosidade. E continuarão a pagar. Até que se vença uma barreira: a não presença física não é ausência de fato. Não estar aqui, ou estar em casa não mais é sinônimo de folga, mas, de liberdade. Bem, enquanto não se aventura um Tiradentes, Imperador ou Conselheiro que levante a nossa bandeira, aproveito enquanto o algoz bebe água e grito sem medo:

Liberdade irrestrita ou morte a TI!!!!!!!

Paulo Câmara